Coleção
José Valério
Série: Fotografias
Gênero: Iconográfico
Subgênero: Fotografia
Data: 00/00/1940
Palavras Chaves:
José Valério, Divinópolis, Alonso Epifânio, Alberto Januário Valério, José Rodrigues Viegas, Padre Vicente Soares, Padre Bicalho, Frei Hilário, “Jota”, Alberto Coimbra Filho, Oswaldo Fernandes Costa, Francisco Luiz Carlos Amorim, Dona “Sinhorinha”, Senhor Rogério Xavier, Vitor “doido”, Benjamim Gontijo de Azevedo, “Piloto”, Luiz “Piloto”, Flávio Epifânio, Dona Mena Epifânio, Israel Pardini, Sr. Rabelo, Zé do Teodósio Rabelo, Mário Pardini, Manoel José Ferreira (Manoel Bigode), Joaquim Bigode, Arlindo, Alberto Carregal, Derval Pereira, Bibiana Michelini, praça da estação, Grande Hotel, Hotel Machado, pastos, Avenida 1° de junho, residências, rua Itapecerica, sobrados, largo da matriz, rua Serra do Cristal, Avenida Getúlio Vargas, Beco das Flores, rua Sebastião Pardini, rua do comércio, estação ferroviária, rua Rio de Janeiro, rua João Notini, rua Oeste de Minas, D.T.C, Indústria “COMETA”, Indústria “Irmãos Orsini”, Café Divinópolis.
Conteúdo:
Fotografia retirada da praça da estação de Divinópolis entre os anos de 1940 e 1941. Na imagem em questão José Valério numerou alguns pontos de destaque da cidade. O primeiro refere-se ao Grande Hotel, e logo abaixo, o Hotel Machado. Ele aponta também, o caminho que cortava em diagonal o pastinho do Alonso Epifânio, ligando à estação a Avenida 1° de junho.
Outro ponto destacado é a casa do Senhor Alberto Januário Valério, na rua Itapecerica. Além disso, vê-se também, os sobrados do senhor José Rodrigues Viegas, no largo da matriz, esquina com a rua Serra do Cristal e o sobrado onde moravam os antigos vigários Padre Vicente Soares, Padre Bicalho e Frei Hilário.
Foi mencionada, a casa onde residiram o Jota farmacêutico, o Senhor Alberto Coimbra Filho e o Senhor Oswaldo Fernandes Costa, a casa do Senhor Francisco Luiz Carlos Amorim e sua esposa Dona “Sinhorinha”, a qual foi demolida para a abertura da Avenida Getúlio Vargas e a residência do Senhor Rogério Xavier, pai do Vitor “doido” e sogro do Benjamim Gontijo de Azevedo, onde moraram também, o ferroviário conhecido por “Piloto”, pai do Luiz “Piloto”.
José Valério referiu-se, ao Beco das Flores, que atualmente é a rua Sebastião Pardini, a casa do Senhor Flávio Epifânio e sua esposa Dona Mena Epifânio e sua filha, a casa do Senhor Israel Pardini e o muro de pedra seca que dividia os seus quintais, a casa do Senhor Rabelo na rua do comércio, pai do Zé do Teodósio Rabelo e sogro do Mário Pardini.
Foram citados na imagem também os pastos pertencentes ao Senhor Manoel José Ferreira (Manoel Bigode), o qual foi passado para os descendentes da família Ferreira e o pertencente ao Senhor Joaquim Bigode, pai do Arlindo.
Além disso, a estação ferroviária, que foi inaugurada no dia 22 de fevereiro de 1926, as casas do Senhor Alberto Carregal na rua Itapecerica, a do Senhor Derval Pereira no Beco das Flores, atualmente é a rua Sebastião Pardini e a casa da Dona Bibiana Michelini, na rua Itapecerica, esquina com o Beco das Flores.
José Valério faz algumas observações de algumas modificações que a cidade passou durante os anos, tais como, que não existia a Avenida Getúlio Vargas entre a rua Rio de Janeiro e o largo da matriz. Não havia sido abertas as ruas João Notini, Pará e Oeste de Minas, nem existia o D.T.C. Por fim, foi mencionado o prédio onde funcionaram as indústrias “COMETA”, “Irmãos Orsini” e posteriormente ao Café Divinópolis.
Nomes citados: Alonso Epifânio, Alberto Januário Valério, José Rodrigues Viegas, Padre Vicente Soares, Padre Bicalho, Frei Hilário, “Jota”, Alberto Coimbra Filho, Oswaldo Fernandes Costa, Francisco Luiz Carlos Amorim, Dona “Sinhorinha”, Senhor Rogério Xavier, Vitor “doido”, Benjamim Gontijo de Azevedo, “Piloto”, Luiz “Piloto”, Flávio Epifânio, Dona Mena Epifânio, Israel Pardini, Sr. Rabelo, Zé do Teodósio Rabelo, Mário Pardini, Manoel José Ferreira (Manoel Bigode), Joaquim Bigode, Arlindo, Alberto Carregal, Derval Pereira, Bibiana Michelini.
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