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13ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, no CEMUD

Texto: Julya Andrade (@julyandrade18)
 
 
Aconteceu, nas últimas semanas, a 13ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos: um evento nacional que visa difundir o cinema brasileiro e apresentar temáticas abrangidas pelos Direitos Humanos, estimulando reflexões. Em Divinópolis, a exibição dos audiovisuais aconteceu no Centro de Memória Professora Batistina Corgozinho (CEMUD), localizado no campus da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG).
Os filmes da Mostra, divididos em sessões que se diferem nas abordagens e classificação indicativa, foram reproduzidos no local ao longo dos dias 09, 10, 11, 16, 17 e 18 de abril, contando também com uma apresentação extra no dia 15, ocorrida no período da manhã.
No primeiro dia, no turno matutino, aconteceu a abertura do evento, em que a equipe do CEMUD, junto de alunos do curso de História da Universidade e o professor Mauro Franco Neto, assistiram ao longa-metragem “A Bolsa ou a Vida”, da Sessão Homenagem, a qual contempla o cineasta Silvio Tendler. Após, houve um debate acerca das questões levantadas pelo audiovisual.
A sessão matutina do dia 10 de abril reproduziu o Programa Raízes: uma reunião de curtas e médias-metragens que encontram nas memórias ancestrais a estratégia de criação. As turmas de Pedagogia e Psicologia iniciaram uma roda de conversa com relatos e depoimentos de identificação depois da exibição. Horas mais tarde, no período da noite, a professora Marina Mattos acompanhou mais uma turma de Psicologia para a apresentação do Programa.
Na manhã do dia seguinte (11 de abril), o terceiro período de Jornalismo e o primeiro de Psicologia, conduzidos, respectivamente, pelas professoras Lorene Souza e Marina Mattos, compareceram à Mostra, assistindo aos audiovisuais do Programa Raízes e do Programa Sementes, o qual aborda de modo sensível os sentimentos humanos diante do processo de concretizações.
O primeiro período de Psicologia retornou ao CEMUD no dia 15 de abril, agora levado pelo professor Antônio Augusto, que utilizou o filme “Mãri Hi: A Árvore do Sonho” para provocar análises e debate entre os alunos, associando ao conteúdo didático de sua disciplina.
Posteriormente, no dia 16 de abril, estiveram presentes as turmas do quinto e sétimo período de Jornalismo, acompanhadas pelos professores Gilson Raslan e Janaína Visibeli. Foi reproduzido o documentário “A Bolsa ou a Vida”, que fomentou a discussão sadia ao final da sessão. Na noite do mesmo dia, foram  recebidos o terceiro e o quinto período de Serviço Social, conduzidos pelos professores Ronaldo Duarte, Letícia Dourado e Olsymara Cavalcanti, para a exibição do mesmo longa-metragem.
O penúltimo dia da Mostra (17 de abril) foi marcado por um diferencial: a sessão foi realizada no gramado do Bloco 04 da Universidade, no período noturno. O Programa Raízes foi reproduzido, mediado pela Coordenadora do CEMUD, a professora Flávia Lemos, e uma palestra foi ministrada pela professora Kell Silva ao final.
No último dia do evento (18 de abril), os alunos do sétimo período de Psicologia foram levados ao CEMUD pelo professor Reinaldo da Silva Júnior, sendo exibido o Programa Sementes e, em seguida, conduzido um debate. Encerrando a Mostra e conciliando com o Abril Indígena, uma ação do Departamento de Humanidades da UEMG de Divinópolis, os filmes “Mãri Hi: A Árvore do Sonho” e “Nossos espíritos seguem chegando”, cujos enredos abordam a cultura e a visão indígena do mundo, foram reproduzidos. A exibição foi mediada pela professora Flávia Lemos e, após, um debate foi realizado com as professoras Thamara de Oliveira Rodrigues e Fernanda Vieira de Sant’Anna.
Fotos e vídeos do evento estão disponíveis nos perfis @cemuduemg e @portalemredes, no Instagram. O Centro de Memória Batistina Corgozinho agradece a todos que participaram desses momentos — direção, discentes, docentes e funcionários — e também aos apoiadores que permitiram à 13ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos acontecer: Coordenações Integradas de Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação – CIEPP (@cieppuemg); Departamento de Humanidades da UEMG Divinópolis (@humanidadesuemg) e Comunidade de Pesquisa e Criação ALDEIA (@aldeia_gp).
Esse foi, decerto, um acontecimento de grande importância e enriquecimento acadêmico para a UEMG de Divinópolis.

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